Jogos Congelantes #1

Olá pinguins! Fefezinh digitando!

Hoje vim trazer o primeiro capítulo de... *suspense* Jogos Congelantes! Uma série que irá surpreender e prender você, leitor, até a última palavra que eu escrever. Ok, devo estar sendo meio exagerada, hehe, mas garanto que farei o possível para essa série ser inesquecível. Ok, comece a ler, jovem leitor:



Anos atrás...

Em um dia nublado, com nuvens cinzas parecendo fumaça de muitas fogueiras, uma escola em uma ilha simples de pinguins se enchia de gente. Entre os alunos apressados vinha um pinguim carregando um livro grosso, seu nome era Daniel. Uns alunos esbarram no pinguim, fazendo ele derrubar o livro no chão. Ele fica consternado.

"Será que eles não sabem tomar cuidado?" pensa ele, irritado pelos colegas atrapalhados. Ele ia pegar o livro de volta, quando outro pinguim veio e pegou o livro para ele, em seguida o devolvendo.

- Obrigado Heitor. -agradece ao amigo de vários anos. Heitor era um pinguim conhecido por odiar escola e faltar vários dias. É estranho Heitor ser amigo de alguém como Daniel, um pinguim bem inteligente e estudioso. O mais estranho é Heitor ter vindo logo numa Segunda-Feira para a escola. Daniel então pergunta, rindo:

- Não devia estar em casa hoje jogando videogame no sofá? - Heitor ri um pouco, e dá um sorriso, parecendo meio suspeito.
- Tenho uma surpresa hoje para todos, espere e verá. - Heitor então acena e logo vai para outra sala. Daniel então vai para sua aula e no finalzinho dela se ouve um barulho estranho e bem alto. Então Daniel e os outros sentem cheiro de queimado. Os colegas levantam e entram em pânico, saindo da sala em uma extrema correria e tentando achar a saída. Daniel sai da escola primeiro, enquanto uma confusão se desenrolava lá dentro. Daniel, assustado, viu logo Heitor com um controle remoto na nadadeira direita.

- Você viu isso? Que loucura! - grita Daniel, assustado. Heitor faz uma expressão esquisita, parecendo bem histérico e feliz.

- Sim, sim! Tudo conforme o planejado! - grita Heitor, dando uma risada. Daniel logo percebe que Heitor tinha algo haver com isso, mas antes que pudesse esboçar reação, Heitor corre para longe da multidão que saía e aperta um botão, que faz a escola soltar fumaça e explodir grandes fagulhas e destroços para o céu. A multidão se afastava, alguns machucados, mas maioria ilesa. Daniel, antes de ir com a multidão, procura em pânico por sua mãe, uma das professoras da escola. Mas infelizmente, ela não estava entre eles. Daniel corre para o que restou da sua escola e entra nela, procurando sua mãe.



Vê ela debaixo de um armário caído e a abraça, mas vê que ela não respirava. Ela havia morrido. Devia ter se descuidado durante a confusão. Daniel chora muito, e quando ambulâncias iam para a escola, ele se levanta rapidamente e corre para longe, pensando:

"Ele vai me pagar...juro que vai..."

Anos depois...

Café - Horário: 8:35 AM

Uma pinguim bebia chocolate quente no Café, em um dia frio, cercada de outros pinguins que conversavam, num clima de boa vontade. Cabelos loiros, de cor aqua e com roupas confortáveis e bonitas, seu nome era Fefezinh. Ela, quanto termina, sai rapidamente, aparentemente com pressa. Mal havia saido do Centro quando esbarra em alguém, uma pinguim cor de rosa:

- Ops, foi mal, senhorita...?

- Lililuane, não se preocupe. - a pinguim pega as coisas que ela deixou cair e corre rapidamente para longe. "Nossa", pensa Fefezinh. "Aparentemente é difícil achar alguém que não tenha pressa hoje em dia." A pinguim aqua começa a se dirigir a seu destino: EPF, uma organização "secreta" que já não se esconde mais tão bem quanto antigamente, mas mesmo assim secreta de alguma forma...

Quando chega no QG, a pinguim olha a mesa de reunião lotada de pinguins ansiosos. Ela nota o Agente G, que a sauda, rindo:

- Bom dia Fefezinh, bem pontual em? - diz ele, com certo tom irônico, pois a pinguim estava atrasada 5 minutos.

- Hehe, é que estou surpresa de uma reunião hoje, a ilha está tão sonolenta esses meses. - fala Fefezinh, vermelha e passando a nadadeira nas mechas soltas de seu cabelo. - Do que se trata?

- A Diretoria queria falar um assunto particular com o máximo possível, queira se sentar por favor... - o pinguim azul aponta a mesa lotada de pinguins, e Fefezinh dá um pequeno sorriso.

- Irei ficar de pé, será mais confortável. - diz ela, se apoiando em uma parede. Então a tela grande do QG se liga, mostrando a Diretoria, a responsável pela EPF.

- Agentes, tenho um alerta para dar: nas últimas semanas, desapareceram alguns materiais e equipamentos essenciais da EPF, além de alguns agentes dados como desaparecidos. Suspeito que o responsável seja alguém bem esperto e cuidadoso, e temo que não esteja sozinho. Agentes, fiquem de olho na ilha, pode ser uma nova ameaça. - a tela desliga e os pinguins se levantam, saindo da sala. Fefezinh permanece imóvel, sorrindo por dentro.

"Nova ameaça é? Interessante..." pensa ela. "Faz tempo que não uso minhas habilidades de agente secreta. Será ótimo esse novo excitamento." Finalmente, a pinguim sai da sala com os outros...

No Dojo...

Dojo aparentemente vazio, exceto por uma pinguim rosa e por Sensei, que treinavam Desafio Ninja e habilidades de ninja.

- Lililuane, aparentemente está meio cansada, não acha melhor descansar um pouco? - Sensei pergunta, com preocupação. Eles haviam treinado o dia todo. Sensei gostava de Lililuane. Ela, além de boa ninja, era muito leal.

- Não...estou bem... - Lililuane parecia mesmo cansada, então Sensei lhe prepara um chá e a empurra gentilmente para fora.

- Vamos lá, descanse um pouco e depois falamos... - diz Sensei. A pinguim finalmente concorda e sai, prometendo voltar para treinar depois. Sensei volta e senta na sua almofada, meditando, quando uma sombra aparece por trás e o segura. Sensei se assusta e se vira, mas só sente uma fisgada nas costas e tudo se tornando escuro, bem escuro...

No Centro, na Loja Pinguim...

Fefezinh olhava as vitrines estupefata com as novas modas que lançaram.

"Uou, quantas coisas! É assim que gosto, terei um estilo tão bom que serei para sempre o centro das atenções." pensa ela, rindo e imaginando a cena. E quando ia entrar ela esbarra em alguém, a mesma pinguim de antes, Lililuane.

- Oh, foi mal. Eita, é você, a mesma pinguim com quem me esbarrei antes. - Fefezinh dá uma pequena risada, e Lililuane dá um sorriso, sem graça. - Ei, ainda não me apresentei, me chamo Fefezinh, mas pode me chamar de Fefe se quiser, sem problema. - Lililuane dá uma pequena risada também.

- Já disse meu nome antes, mas pode me chamar de Lili.

- Prazer, quer ir na Pizzaria comigo? Eles fazem uma pizza 4 queijos DE-LI-CI-O-SA! Vem! - diz Fefezinh, puxando a nova amiga até a Pizzaria, ambas rindo muito.

Bem longe dali...

Sensei abre os olhos lentamente, a visão meio embaçada, e se vê em um lugar escuro. Tenta se levantar, mas está amarrado. Logo percebe outros pinguins amarrados lá também.

- O que é isso?! Socorro, socorro! - grita ele, então um pinguim se aproxima, escuro demais para Sensei ver como ele era.

- Não adianta gritar velhote, ninguém irá te ouvir. - Sensei nota que o pinguim está sorrindo.

- O-onde estou? - Sensei pergunta, e o pinguim ri, como se tivesse ouvido uma piada.

- Seja que lugar for, você logo vai rezar para ir embora...

E esse foi o primeiro capítulo de Jogos Congelantes, diga o que acharam nos comentários. Até a próxima, pinguins!

Histórias da Nanda

Atual redator(a) do Yeah Penguin. Seu papel é fundamental para o desenvolvimento de nosso blog!